Entrevista com o Cardoso

Não perca a chance de saber um pouco mais sobre a história do Eduardo Cardoso, do Balão Mágico.

O Cardoso entrou na Coferly em 2002, quando era lá em Alphaville. Durante a sua trajetória na empresa ele passou por muitos desafios, encontrou amigos e criou uma família aqui dentro. Conheça um pouco da sua história profissional e pessoal:

Coferly: Conte um pouco como foi a sua entrada na Coferly.

Cardoso: Minha entrevista é uma história bem legal. Eu esperava que nela eu seria entrevistado pela Nilci né, do RH. Mas quando cheguei na sala, tinha muita gente, Moacyr Ferraz, Mauro Ferraz, Marcio Ferraz e outros gerentes da época. Foi um susto, mas o Sr. Moacyr me tranquilizou dizendo que seria só um bate-papo.

Coferly: Nos anos em que você esteve aqui a Coferly passou por muitas mudanças, de unidades principalmente. Como foi isso para você?

Cardoso: As mudanças foram bem dificultosas para mim e para minha equipe. Quando eu falo dificultosa não é pela questão de adaptação, mas sim pela responsabilidade minha e da minha equipe. Eu mais 5 pessoas tivemos a responsabilidade de desmontar uma unidade quase que inteira e nos mudar. Mas eu sempre trabalhei com pessoas que são muito capacitadas, graças a Deus a minha equipe sempre se deu ao máximo.

Coferly: Como é o seu relacionamento com a sua equipe?

Cardoso: Minha equipe sempre foi muito unida, e a gente tenta passar isso para as demais áreas também. Sempre com o espírito colaborativo, nunca pensando individualmente.

Coferly: Qual a interferência da empresa na sua vida pessoal?

Cardoso: O valor que mais é forte na Coferly é o de Pessoas. Estou aqui há 16 anos e eu vejo que a questão humanitária é o carro chefe, afinal aqui as pessoas são o maior patrimônio. E a Resiliência, é o valor que é mais presente em mim. A cada momento a gente tem que se transformar e se adaptar às mudanças que acontecem. Eu levo isso na minha vida profissional e pessoal.

Coferly: Quando falamos sobre você, sua equipe e pessoas próximas referem-se a você como um “pai”. Todos têm um carinho muito grande pelo Cardoso. A que você atribui esse sentimento?

Cardoso: Eu fico lisonjeado das pessoas me encararem assim, e ao mesmo tempo eu fico preocupado (rsrs). Eu acho que esse sentimento existe por eu não fazer distinção das pessoas, eu trato todo mundo igual. Minha criação é muito voltada a respeitar as pessoas, independente da hierarquia dentro da empresa. Nem todo dia estamos felizes, mas ser educado e manter essa postura é muito importante. Escutar o outro e tentar entender o que ele está passando. Pessoas são pessoas, independente da roupa que vestem, função que ocupa ou classe social. O que importa para mim é a essência. Eu gosto dessa relação de estar perto das pessoas, gosto de ajudar.

Coferly: Como é o Cardoso fora da Coferly?

Cardoso: Minha esposa fala que eu sou uma mala, que eu sou muito chato (rsrs). Mas acredito que eu já fui mais chato do que eu sou hoje. As vezes eu sou turrão por que meu signo é Touro né, gosto das coisas muito certinhas. As coisas estão mudando e evoluindo, como a tecnologia e a gente vai aprendendo com os mais jovens também.

Coferly: O que você faz quando não está trabalhando? Você tem algum hobby?

Cardoso: Hobby eu tenho, mas eu não o pratico há algum tempo. Eu gosto de colecionar selos, minha coleção está parada há alguns anos, mas eu pretendo voltar. A gente precisa em dado momento voltar a nossa atenção a nós mesmos, se doar menos para os outros e viver um pouco mais pra si.

Coferly: Qual é a frase que te define?

Cardoso: Hoje o Cardoso pensa em ter uma felicidade plena, ser feliz com ele mesmo. Deixar as pessoas felizes é muito gostoso, mas você estar feliz e isso contagiar os demais é bem melhor.